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Você realmente está disposto a pensar sobre isso?

Neste nosso mundo moderno a tecnologia está ocupando cada vez mais o espaço do ser
humano. As pessoas se conectam com a tecnologia, mas estão esquecendo de se conectar
entre si. Antigamente existia uma boa conversa ao redor da mesa com a família na hora do

almoço ou do jantar, recebíamos amigos em casa para um chá da tarde… éramos mais
conectados presencialmente tendo o abraço, o aperto de mão e o olho no olho…
Hoje em dia a correria das grandes megalópoles estão maiores. Informações que podemos ter
com apenas um click, quem não acompanhar a evolução do mundo, ou seja, quem não estiver
conectado com a evolução tecnológica vai acabar ficando para trás. Mas isso nos faz refletir
profundamente até que ponto estar “conectado” é saldável.
As informações estão cada vez mais rápidas, crianças crescem sem adquirir a sabedoria da
paciência, estão ficando cada vez mais ansiosas e imediatistas, querem tudo para ontem
exigindo cada vez mais dos pais. Por outro lado, os pais estão cada vez mais ausentes, acabam
trabalhando freneticamente em busca de suprir as necessidades do seu lar, trabalham as vezes
em 2 em 3 empregos. Isso tem um grande peso no desenvolvimentos dos filhos, pois
esquecem que o maior presente é a atenção plena, o carinho o afeto o toque o abraço…
Acabam compensando essa falta de atenção com bens materiais, criando assim filhos
disfuncionais emocionalmente se tornando adultos sem limites, fazendo com que as pessoas
se conectem menos umas com as outras, causando o individualismo e deixando de lado a
criatividade, tendo assim, relacionamentos mais superficiais e se tornando muito inseguro.
A qualidade de tempo, que precisa ser dada aos membros da família é essencial para a criação
de crenças mais fortalecedoras. Precisamos pensar no futuro do nosso mundo, construindo
passo a passo o mundo que gostaríamos que fosse e como diz: Muda-se o homem e o mundo
muda como nessa metáfora a seguir.
– Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a
encontrar meios de minimizá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas
para suas dúvidas. Certo dia, seu filho de sete anos invadiu seu santuário decidido a ajudá-
lo a trabalhar. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou que o filho fosse brincar em
outro lugar.
Vendo que seria impossível demovê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao
filho com o objetivo de distrair sua atenção. De repente, deparou-se com o mapa do
mundo, o que procurava! Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários
pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:
— Você gosta de quebra-cabeças? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o
mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo direitinho! Faça tudo sozinho.
Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Algumas horas depois, ouviu a
voz do filho que o chamava calmamente:
— Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho! A princípio, o pai não deu crédito às
palavras do filho. Seria impossível na sua idade ter conseguido recompor um mapa que
jamais havia visto.
Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho
digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços
haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia
sido capaz?
— Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?

— Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para
recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o
mundo para consertar, eu tentei mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei
os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui
consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo.
( Autor desconhecido)
Através dessa metáfora podemos identificar que a mudança acontece de dentro pra fora.
Muitas vezes colocamos culpa sempre nas outras pessoas pelo nosso fracasso na
família, no trabalho, na vida afetiva, esquecendo que somos nós os verdadeiros
responsáveis pelos nossos atos e ações. Se ficarmos só reclamando sem se quiser ir atrás
da nossa mudança não vamos obter nem um resultado. Então convido você a refletir
sobre a qualidade do seu tempo; empregue melhor a gestão dele e com certeza terá uma
vida mais feliz e próspera.
(Ricardo Costa)

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